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II e-CoDAF (Encontro Competências Digitais para Agricultura Familiar) abordou a temática “Iniciativas e Reflexões para o uso de tecnologia da informação no campo”

 

 

O II e-CoDAF, evento promovido por meio de uma parceria entre a Unesp de Tupã com as Faculdades FACCAT e com a Faculdade de Tecnologia de Presidente Prudente - Fatec, que aconteceu no sábado, 21 de novembro, das 8h às 12h, simultaneamente na FACCAT (Tupã) e na Fatec de Presidente Prudente.

O evento, que teve como tema “Iniciativas e Reflexões para o uso de tecnologia da informação no campo” foi guiado pelos seguintes eixos: requisitos e análises para soluções de uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; implementação de soluções para o uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; estudo de competências envolvidas ou relacionadas ao uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; estudo de fontes de dados e informações para o produtor rural. O II e-CoDAF permitiu reflexões sobre o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação pelo setor rural, principalmente para produtores e interessados em agricultura familiar.

A proposta do evento foi desenvolvida pelo projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), que tem o objetivo de proporcionar meios que minimizem os fatores que dificultam o acesso à informação por parte dos agricultores familiares, como a baixa familiaridade com as tecnologias digitais e limitados sistemas de informação específicos para eles. A partir desse fato, o CoDAF desenvolve cursos e oficinas a fim de auxiliar esses agricultores em relação ao acesso de informações sobre o setor e mercado, assim como na divulgação da produção de suas propriedades.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: INTERATIVA

II e-CoDAF (Encontro Competências Digitais para Agricultura Familiar) abordou a temática “Iniciativas e Reflexões para o uso de tecnologia da informação no campo”

O II e-CoDAF, evento promovido por meio de uma parceria entre a Unesp de Tupã com as Faculdades FACCAT e com a Faculdade de Tecnologia de Presidente Prudente - Fatec, que aconteceu no sábado, 21 de novembro, das 8h às 12h, simultaneamente na FACCAT (Tupã) e na Fatec de Presidente Prudente. O evento, que teve como tema “Iniciativas e Reflexões para o uso de tecnologia da informação no campo” foi guiado pelos seguintes eixos: requisitos e análises para soluções de uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; implementação de soluções para o uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; estudo de competências envolvidas ou relacionadas ao uso de Tecnologia da Informação e Comunicação no campo; estudo de fontes de dados e informações para o produtor rural. O II e-CoDAF permitiu reflexões sobre o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação pelo setor rural, principalmente para produtores e interessados em agricultura familiar. A proposta do evento foi desenvolvida pelo projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), que tem o objetivo de proporcionar meios que minimizem os fatores que dificultam o acesso à informação por parte dos agricultores familiares, como a baixa familiaridade com as tecnologias digitais e limitados sistemas de informação específicos para eles. A partir desse fato, o CoDAF desenvolve cursos e oficinas a fim de auxiliar esses agricultores em relação ao acesso de informações sobre o setor e mercado, assim como na divulgação da produção de suas propriedades. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Prazo para o Cadastro Ambiental Rural termina no início de 2016

 

 

Segundo a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apenas 60% das propriedades rurais estão registradas no sistema de cadastro ambiental rural (CAR). A confederação afirma que o prazo para o cadastro no sistema será até o dia 5 de maio de 2016.

As propriedades que não estiverem cadastradas dentro do prazo estipulado, perderão todos os direitos relacionados a consolidação de áreas da propriedade, e no ano seguinte serão restringidos das políticas públicas relacionadas ao campo como a solicitação de créditos rurais e linhas de financiamento.

Para realizar o cadastro, é necessário que o produtor entre em contato com o órgão ambiental responsável pelo município onde a propriedade está localizada, para a utilização do SiCAR.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Canal Rural, CAR

Prazo para o Cadastro Ambiental Rural termina no início de 2016

Segundo a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apenas 60% das propriedades rurais estão registradas no sistema de cadastro ambiental rural (CAR). A confederação afirma que o prazo para o cadastro no sistema será até o dia 5 de maio de 2016. As propriedades que não estiverem cadastradas dentro do prazo estipulado, perderão todos os direitos relacionados a consolidação de áreas da propriedade, e no ano seguinte serão restringidos das políticas públicas relacionadas ao campo como a solicitação de créditos rurais e linhas de financiamento. Para realizar o cadastro, é necessário que o produtor entre em contato com o órgão ambiental responsável pelo município onde a propriedade está localizada, para a utilização do SiCAR. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Novo Programa facilita o acesso de agricultores familiares a aquisição de sementes e mudas

 

 

O Programa Nacional de Sementes e Mudas para a Agricultura Familiar foi criado pelos Ministérios de Combate à fome e do Desenvolvimento Agrário, com o objetivo de incentivar e facilitar a compra de sementes e mudas pelos pequenos agricultores. As sementes e mudas oferecidas são de qualidades e típicas de cada região, adaptadas a climas e cultivos específicos, que tende a aumentar a produtividade desses pequenos agricultores.

Os agricultores familiares beneficiados serão aqueles agricultores já cadastrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que se enquadram aos requisitos específicos para a aquisição de sementes do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Os agricultores terão acesso a sementes e mudas inspecionadas e selecionadas da melhorar qualidade, a fim de acarretar maior produtividade, conservação e multiplicação da cultura.

O incentivo a aquisição de sementes e mudas selecionadas pretende resgatar também a cultura de espécies das regiões alcançadas, além de proporcionar um produto final de melhor qualidade ao agricultor. Visto que o produto da agricultura familiar está cada dia mais presente na mesa do brasileiro e a importância e incentivos a essas produções estão mais em evidência.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Revista Globo Rural

Novo Programa facilita o acesso de agricultores familiares a aquisição de sementes e mudas

O Programa Nacional de Sementes e Mudas para a Agricultura Familiar foi criado pelos Ministérios de Combate à fome e do Desenvolvimento Agrário, com o objetivo de incentivar e facilitar a compra de sementes e mudas pelos pequenos agricultores. As sementes e mudas oferecidas são de qualidades e típicas de cada região, adaptadas a climas e cultivos específicos, que tende a aumentar a produtividade desses pequenos agricultores. Os agricultores familiares beneficiados serão aqueles agricultores já cadastrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que se enquadram aos requisitos específicos para a aquisição de sementes do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Os agricultores terão acesso a sementes e mudas inspecionadas e selecionadas da melhorar qualidade, a fim de acarretar maior produtividade, conservação e multiplicação da cultura. O incentivo a aquisição de sementes e mudas selecionadas pretende resgatar também a cultura de espécies das regiões alcançadas, além de proporcionar um produto final de melhor qualidade ao agricultor. Visto que o produto da agricultura familiar está cada dia mais presente na mesa do brasileiro e a importância e incentivos a essas produções estão mais em evidência. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

1ª Feira de Agricultura Familiar na Unesp

 

 

 

Dia 18 de novembro de 2015 ocorrerá o Coopera Unesp - 1ª Feira da Agricultura Familiar, realizado pela Incubadora de Cooperativas Populares (Incop), no Campus da Unesp de Bauru - SP. Além da Unesp, órgãos públicos como a Sagra e o Sesc também apoiam o evento.

O objetivo deste evento é ressaltar a agricultura familiar e como ela contribui com a sociedade. O local contará com barracas de hortaliças, legumes, doces caseiros e manifestações culturais ao longo do dia, assim como oficinas do programa Agricultura Urbana, da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Bauru (Sagra).

Início da Feira: 8h

Abertura: 9h

Música ao vivo: 12h

Atração cultural do Sesc: 17h às 19h

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: FACEBOOK

1ª Feira de Agricultura Familiar na Unesp

Dia 18 de novembro de 2015 ocorrerá o Coopera Unesp - 1ª Feira da Agricultura Familiar, realizado pela Incubadora de Cooperativas Populares (Incop), no Campus da Unesp de Bauru - SP. Além da Unesp, órgãos públicos como a Sagra e o Sesc também apoiam o evento.O objetivo deste evento é ressaltar a agricultura familiar e como ela contribui com a sociedade. O local contará com barracas de hortaliças, legumes, doces caseiros e manifestações culturais ao longo do dia, assim como oficinas do programa Agricultura Urbana, da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Bauru (Sagra). Início da Feira: 8hAbertura: 9hMúsica ao vivo: 12hAtração cultural do Sesc: 17h às 19hSem miniatura disponívelSem miniatura disponível

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Plantio de Sementes e Mudas: programa facilita acesso aos Agricultores Familiares

 

 

 

Na sexta-feira (6), foi lançado na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Brasília, DF), o Programa Nacional de Sementes e Mudas para a Agricultura Familiar. O apoio veio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome com o objetivo de ampliar o acesso dos pequenos produtores a sementes de qualidade, adaptáveis a distintas regiões, aumentando a produtividade e fortalecimento dos pequenos produtores.

Os agricultores cadastrados que apresentarem a declaração de aptidão do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e atenderem as exigências estabelecidas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), serão beneficiados com o novo programa.

“A semente é o maior símbolo de segurança alimentar e nutricional. Não existe segurança alimentar se o agricultor não tem domínio da própria produção”, destacou Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social de Combate à Fome.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: EBC

Garantia-Safra: mais de 240 mil agricultores familiares serão beneficiados

Na sexta-feira (6), foi lançado na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Brasília, DF), o Programa Nacional de Sementes e Mudas para a Agricultura Familiar. O apoio veio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome com o objetivo de ampliar o acesso dos pequenos produtores a sementes de qualidade, adaptáveis a distintas regiões, aumentando a produtividade e fortalecimento dos pequenos produtores. Os agricultores cadastrados que apresentarem a declaração de aptidão do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e atenderem as exigências estabelecidas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), serão beneficiados com o novo programa. “A semente é o maior símbolo de segurança alimentar e nutricional. Não existe segurança alimentar se o agricultor não tem domínio da própria produção”, destacou Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social de Combate à Fome. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Jovem investe em método hidropônico para cultivar alface

 

 

Um jovem de apenas 23 anos, resolveu deixar a capital Belo Horizonte para começar a produzir hortaliças no sistema hidropônico junto ao seu sogro no município de José Raydan, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.

No sistema hidropônico, todo cultivo da planta ocorre na água, diferente da forma tradicional que é feita no solo. No caso dessa família, todo o cultivo das alface é feito em três estufas, compreendendo uma área de 1,4 mil metros quadrados da propriedade.

O jovem agricultor Cássio Antônio de Silva Júnior está provando que na agricultura familiar se pode obter ótimos resultados com sistemas novos de cultivo. Atualmente, o jovem conjuntamente com seu sogro, Ronaldo Torquato, produzem cerca de 9 mil pés de alface por mês. Pelo negócio estar prosperando, a família planeja aumentar a produção para 27 mil pés por mês e também investir em outras hortaliças.

A família também pretende em breve inaugurar uma gondola com água, um método diferenciado para comercializar as alfaces. Pretende instalar em um supermercado do município de Capelinha – MG um tipo de equipamento com água circulante para manter a verdura “plantando”.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: CEAD

Jovem investe em método hidropônico para cultivar alface

Um jovem de apenas 23 anos, resolveu deixar a capital Belo Horizonte para começar a produzir hortaliças no sistema hidropônico junto ao seu sogro no município de José Raydan, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. No sistema hidropônico, todo cultivo da planta ocorre na água, diferente da forma tradicional que é feita no solo. No caso dessa família, todo o cultivo das alface é feito em três estufas, compreendendo uma área de 1,4 mil metros quadrados da propriedade. O jovem agricultor Cássio Antônio de Silva Júnior está provando que na agricultura familiar se pode obter ótimos resultados com sistemas novos de cultivo. Atualmente, o jovem conjuntamente com seu sogro, Ronaldo Torquato, produzem cerca de 9 mil pés de alface por mês. Pelo negócio estar prosperando, a família planeja aumentar a produção para 27 mil pés por mês e também investir em outras hortaliças. A família também pretende em breve inaugurar uma gondola com água, um método diferenciado para comercializar as alfaces. Pretende instalar em um supermercado do município de Capelinha – MG um tipo de equipamento com água circulante para manter a verdura “plantando”. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

 

 

 

 

 

 

 

Pacto pelo incentivo a produção de produtos orgânicos e da agricultura familiar

 

 

Na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, ocorrida no dia 03 de novembro de 2015 em Brasília, foi realizado um pacto que tem por objetivo incentivar a produção de pequenos agricultores e alimentos orgânicos em busca da garantia da segurança alimentar, além de assegurar economia regional e local desses produtos.

Após 21 anos da realização da conferência anterior, a 5ª Conferência apresentada exibiu um diferencial referente à fome brasileira, visto que no ano de 2014 o Brasil saiu do mapa da fome segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Desta forma, essa saída do país do mapa da fome representa oportunidade de oferta e demanda ao mercado alimentício de pequenos agricultores, a fim de assegurar a segurança alimentar.

Pactos e incentivos a produção de pequenos agricultores e produtos orgânicos fazem com que gere uma maior movimentação econômica no mercado situado, visto que a demanda por esses produtos estão ganhando espaço na cultura e hábito de compra do brasileiro. Assim, programas de incentivos a esses produtores estão em evidência e em foco do governo federal.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: MDA

Pacto pelo incentivo a produção de produtos orgânicos e da agricultura familiar

Na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, ocorrida no dia 03 de novembro de 2015 em Brasília, foi realizado um pacto que tem por objetivo incentivar a produção de pequenos agricultores e alimentos orgânicos em busca da garantia da segurança alimentar, além de assegurar economia regional e local desses produtos. Após 21 anos da realização da conferência anterior, a 5ª Conferência apresentada exibiu um diferencial referente à fome brasileira, visto que no ano de 2014 o Brasil saiu do mapa da fome segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Desta forma, essa saída do país do mapa da fome representa oportunidade de oferta e demanda ao mercado alimentício de pequenos agricultores, a fim de assegurar a segurança alimentar. Pactos e incentivos a produção de pequenos agricultores e produtos orgânicos fazem com que gere uma maior movimentação econômica no mercado situado, visto que a demanda por esses produtos estão ganhando espaço na cultura e hábito de compra do brasileiro. Assim, programas de incentivos a esses produtores estão em evidência e em foco do governo federal. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Onu vai aumentar apoio a Agricultura Familiar brasileira

 

 

O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentou em 22 de outubro passado, em Brasília, a avaliação de seis programas agrícolas brasileiros, apoiados pelo órgão desde o ano de 2008, além de anunciar que irá ampliar o apoio à agricultura familiar brasileira, com um investimento de mais de R$ 200 milhões nos três anos seguintes.

Segundo o diretor do Fida no Brasil, Oscar Garcia, será o Maranhão o próximo Estado a ter mais um programa de desenvolvimento da agricultura familiar implementado, um vez que na Região Nordeste já existem projetos nos Estados do Ceará, Piauí, Paraíba, Pernambuco e Bahia. “Os programas têm mostrado uma significativa redução da pobreza e inclusão de famílias na agricultura familiar”, disse.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Onu vai aumentar apoio a Agricultura Familiar brasileira

O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentou em 22 de outubro passado, em Brasília, a avaliação de seis programas agrícolas brasileiros, apoiados pelo órgão desde o ano de 2008, além de anunciar que irá ampliar o apoio à agricultura familiar brasileira, com um investimento de mais de R$ 200 milhões nos três anos seguintes. Segundo o diretor do Fida no Brasil, Oscar Garcia, será o Maranhão o próximo Estado a ter mais um programa de desenvolvimento da agricultura familiar implementado, um vez que na Região Nordeste já existem projetos nos Estados do Ceará, Piauí, Paraíba, Pernambuco e Bahia. “Os programas têm mostrado uma significativa redução da pobreza e inclusão de famílias na agricultura familiar”, disse. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Uso de agrotóxico coloca Brasil como líder em escala mundial.

 

 

 

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Ceará apontou que o estado nordestino possui taxa superior a 35% de pessoas portadoras de algum tipo de câncer, comparado a outras cidades que não possuem lavouras em outras localidades do país.

A médica Ana Clara, em entrevista com o G1 afirma que “A exposição ocupacional e ambiental aos agrotóxicos na região é tão intensa, que não há como a gente afastar essa possibilidade. Se os agrotóxicos não são os únicos responsáveis pelo desencadeamento destas doenças, eles provavelmente são um dos principais fatores que estão causando estas doenças”.

Por se tratar de uma região rica em produção de frutas, os produtores utilizam milhões de litros de agrotóxicos.

“Em 2012, o Globo Rural mostrou o início da pesquisa do doutor Ronald Pinheiro. Ele coletou amostras da medula óssea de 43 trabalhadores rurais da região. Onze deles apresentaram alterações cromossômicas. Segundo a pesquisa, isso pode causar câncer.” (G1)

Outras regiões também sofrem do abuso na utilização de agrotóxicos, como o Espirito Santo que registra o maior número de casos com intoxicação pelo uso do mesmo, e o Rio Grande do Sul, com o Vale do Rio Pardo que possuí como símbolo a produção de tabaco, cultura que demanda o uso desses produtos e o mesmo tem número significativos de pessoas com depressão e pânico.

“Pesquisas relacionam a exposição aos agrotóxicos com o aumento nos casos de depressão, pânico e distúrbios alimentares. A taxa de suicídios em Santa Cruz do Sul é de 28 por 100 mil habitantes. No Brasil, é de 5 por 100 mil habitantes.” (G1)

Portanto, é importante que produtores de todo o país, independente da cultura fiquem atentos a utilização de agrotóxicos, procurando salientar a importância do bem-estar dos consumidores de seus respectivos produtos.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: G1

Uso de agrotóxico coloca Brasil como líder em escala mundial.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Ceará apontou que o estado nordestino possui taxa superior a 35% de pessoas portadoras de algum tipo de câncer, comparado a outras cidades que não possuem lavouras em outras localidades do país. A médica Ana Clara, em entrevista com o G1 afirma que “A exposição ocupacional e ambiental aos agrotóxicos na região é tão intensa, que não há como a gente afastar essa possibilidade. Se os agrotóxicos não são os únicos responsáveis pelo desencadeamento destas doenças, eles provavelmente são um dos principais fatores que estão causando estas doenças”. Por se tratar de uma região rica em produção de frutas, os produtores utilizam milhões de litros de agrotóxicos. “Em 2012, o Globo Rural mostrou o início da pesquisa do doutor Ronald Pinheiro. Ele coletou amostras da medula óssea de 43 trabalhadores rurais da região. Onze deles apresentaram alterações cromossômicas. Segundo a pesquisa, isso pode causar câncer.” (G1) Outras regiões também sofrem do abuso na utilização de agrotóxicos, como o Espirito Santo que registra o maior número de casos com intoxicação pelo uso do mesmo, e o Rio Grande do Sul, com o Vale do Rio Pardo que possuí como símbolo a produção de tabaco, cultura que demanda o uso desses produtos e o mesmo tem número significativos de pessoas com depressão e pânico. “Pesquisas relacionam a exposição aos agrotóxicos com o aumento nos casos de depressão, pânico e distúrbios alimentares. A taxa de suicídios em Santa Cruz do Sul é de 28 por 100 mil habitantes. No Brasil, é de 5 por 100 mil habitantes.” (G1) Portanto, é importante que produtores de todo o país, independente da cultura fiquem atentos a utilização de agrotóxicos, procurando salientar a importância do bem-estar dos consumidores de seus respectivos produtos. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

 

 

 

 

5º Fórum dos Secretários de Agricultura Familiar do Nordeste

 

 

Em fevereiro de 2016, Sergipe sediará o 5º Fórum dos Secretários de Estado de Agricultura Familiar do Nordeste e de Minas Gerais. O foco central é a agricultura familiar, e o Fórum é considerado de grande importância em relação ao debate do tema.

Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e São Luís (MA) já sediaram o evento. O encontro realizado em Belo Horizonte teve como objetivo principal o debate sobre recursos hídricos, assim como propostas para o convívio com a seca na região semiárido.

Esmeraldo Leal, secretário do Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca, relata que no 4º Fórum houve uma grande troca de experiências relacionadas aos projetos que visam superar a crise hídrica que impacta a agricultura familiar do semiárido brasileiro. Ele acrescenta também que o Fórum que se realizará em Sergipe terá como temática o acesso à terra e a regularização fundiária.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: AQUI ACONTECE

5º Fórum dos Secretários de Agricultura Familiar do Nordeste

Em fevereiro de 2016, Sergipe sediará o 5º Fórum dos Secretários de Estado de Agricultura Familiar do Nordeste e de Minas Gerais. O foco central é a agricultura familiar, e o Fórum é considerado de grande importância em relação ao debate do tema. Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e São Luís (MA) já sediaram o evento. O encontro realizado em Belo Horizonte teve como objetivo principal o debate sobre recursos hídricos, assim como propostas para o convívio com a seca na região semiárido. Esmeraldo Leal, secretário do Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca, relata que no 4º Fórum houve uma grande troca de experiências relacionadas aos projetos que visam superar a crise hídrica que impacta a agricultura familiar do semiárido brasileiro. Ele acrescenta também que o Fórum que se realizará em Sergipe terá como temática o acesso à terra e a regularização fundiária. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

 

 

 

 

Garantia-Safra: mais de 240 mil agricultores familiares serão beneficiados

 

 

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), publicou a autorização do pagamento do Garantia-Safra que beneficiará 243.992 agricultores em 202 municípios. A informação se deu por meio de portaria, noticiada no Diário Oficial da União.

O programa pretende auxiliar principalmente os agricultores familiares da região Nordeste e Semiárido sujeitos a perdas de safras devido as intempéries da natureza (seca ou chuva extrema).

Será disponibilizado o total de R$ 850 por produtor, no qual será pago em cinco parcelas de R$ 170. Para participar do benefício, o agricultor deverá ter renda mensal de até um salário mínimo e meio e possuir de 0,6 a 5 hectares.

A promessa do governo em relação ao Garantia-safra se cumpre, portanto, não supre todas as necessidades do produtor, visto que, os desafios e barreiras não se concentram apenas na dimensão econômica, mas também na carência de informação e capacitação para alcançar as mudanças (emergentes) nas dimensões ambientais e sustentáveis.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: CANAL RURAL

Garantia-Safra: mais de 240 mil agricultores familiares serão beneficiados

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), publicou a autorização do pagamento do Garantia-Safra que beneficiará 243.992 agricultores em 202 municípios. A informação se deu por meio de portaria, noticiada no Diário Oficial da União. O programa pretende auxiliar principalmente os agricultores familiares da região Nordeste e Semiárido sujeitos a perdas de safras devido as intempéries da natureza (seca ou chuva extrema). Será disponibilizado o total de R$ 850 por produtor, no qual será pago em cinco parcelas de R$ 170. Para participar do benefício, o agricultor deverá ter renda mensal de até um salário mínimo e meio e possuir de 0,6 a 5 hectares. A promessa do governo em relação ao Garantia-safra se cumpre, portanto, não supre todas as necessidades do produtor, visto que, os desafios e barreiras não se concentram apenas na dimensão econômica, mas também na carência de informação e capacitação para alcançar as mudanças (emergentes) nas dimensões ambientais e sustentáveis. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Venda direta entre agricultores familiares e consumidores cresce nos Estados Unidos

 

 

A produção de hortaliças, frutas e leguminosas cultivadas em 30 hectares da Atlas Farm, em Deerfield tem destino certo para venda na capital Massachusetts, Boston. Com mão de obra quase que exclusiva de migrantes do México e da Jamaica, a produção orgânica tem destino direto ao consumidor.

O comércio acontece em feiras de agricultores e em loja própria (Farmers Market) distribuídas em várias cidades do Estado Americano, onde os agricultores negociam a produção sem intermediários.

Os produtos que não vão para a loja, são destinados à Copley Square Farmers Market, uma das principais feiras de agricultores familiares em Boston, a feira permanece aberta de maio a novembro durante quatro dias por semana.

Com a busca de alimentos menos industrializados, as feiras e farmers market cresce no país. “Esses mercados se fortalecem com o apelo cada vez maior por uma alimentação saudável e pela redução da obesidade, com produtos frescos e menos processados”, diz o pesquisador Marcio Gazolla, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Gazolla destaca ao comparar a realidade dos Estados Unidos com a do Brasil: “estas feiras de produtores rurais e as agroindústrias familiares, que também vendem suas produções sem intermediário, muitas vezes tem comércios próprios”. O que impulsiona a produtividade do agricultor e suas relações com o consumidor.

“Os mercados de venda direta criam uma relação social de confiança, e de segurança entre produtor e consumidor”, afirma Glauco Schultz, professor do programa de pós-graduação de Desenvolvimento Rural e de Agronegócio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Estes comércios vêm ganhando cada vez mais espaço no varejo americano, nas últimas décadas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o número de feiras aumentou em quase 200% entre o ano de 2000 a 2015.

Tais resultados motiva o empenho dos agricultores familiares que atualmente destaca-se na produção, qualidade e vendas de alimentos.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: ZH CAMPO E LAVOURA

Venda direta entre agricultores familiares e consumidores cresce nos Estados Unidos

A produção de hortaliças, frutas e leguminosas cultivadas em 30 hectares da Atlas Farm, em Deerfield tem destino certo para venda na capital Massachusetts, Boston. Com mão de obra quase que exclusiva de migrantes do México e da Jamaica, a produção orgânica tem destino direto ao consumidor. O comércio acontece em feiras de agricultores e em loja própria (Farmers Market) distribuídas em várias cidades do Estado Americano, onde os agricultores negociam a produção sem intermediários. Os produtos que não vão para a loja, são destinados à Copley Square Farmers Market, uma das principais feiras de agricultores familiares em Boston, a feira permanece aberta de maio a novembro durante quatro dias por semana. Com a busca de alimentos menos industrializados, as feiras e farmers market cresce no país. “Esses mercados se fortalecem com o apelo cada vez maior por uma alimentação saudável e pela redução da obesidade, com produtos frescos e menos processados”, diz o pesquisador Marcio Gazolla, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Gazolla destaca ao comparar a realidade dos Estados Unidos com a do Brasil: “estas feiras de produtores rurais e as agroindústrias familiares, que também vendem suas produções sem intermediário, muitas vezes tem comércios próprios”. O que impulsiona a produtividade do agricultor e suas relações com o consumidor. “Os mercados de venda direta criam uma relação social de confiança, e de segurança entre produtor e consumidor”, afirma Glauco Schultz, professor do programa de pós-graduação de Desenvolvimento Rural e de Agronegócio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Estes comércios vêm ganhando cada vez mais espaço no varejo americano, nas últimas décadas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o número de feiras aumentou em quase 200% entre o ano de 2000 a 2015. Tais resultados motiva o empenho dos agricultores familiares que atualmente destaca-se na produção, qualidade e vendas de alimentos.Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Agricultura familiar como estratégia contra a fome

 

 

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil não é mais considerado um país tipicamente rural, uma vez que a população urbana ultrapassou a rural. Assim, tem-se uma quantidade maior de pessoas para consumir alimentos do que para produzi-los.

O pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, Celso Manzatto, falou ao programa Brasil Rural dessa quarta-feira (21) sobre a questão proposta pela ONU de erradicar a fome global até 2030. Para o pesquisador, o futuro depende de uma agricultura sustentável tanto em ações de curto quanto a médio prazo, como políticas de apoio à agricultura familiar para, por exemplo, auxiliar na buscar para obtenção de terras e máquinas para os pequenos produtores.

Celso Manzatto também defende que exista uma reformulação no modo de produção com atribuição de destaque na produção biológica a fim de substituir os insumos químicos, uma vez que ele afirma que os ganhos em produtividade são altamente ameaçados por pragas e doenças.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Radios EBC

Agricultura familiar como estratégia contra a fome

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil não é mais considerado um país tipicamente rural, uma vez que a população urbana ultrapassou a rural. Assim, tem-se uma quantidade maior de pessoas para consumir alimentos do que para produzi-los. O pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, Celso Manzatto, falou ao programa Brasil Rural dessa quarta-feira (21) sobre a questão proposta pela ONU de erradicar a fome global até 2030. Para o pesquisador, o futuro depende de uma agricultura sustentável tanto em ações de curto quanto a médio prazo, como políticas de apoio à agricultura familiar para, por exemplo, auxiliar na buscar para obtenção de terras e máquinas para os pequenos produtores. Celso Manzatto também defende que exista uma reformulação no modo de produção com atribuição de destaque na produção biológica a fim de substituir os insumos químicos, uma vez que ele afirma que os ganhos em produtividade são altamente ameaçados por pragas e doenças. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Tecnologia auxilia agricultores na escolha de melhor pastagem

 

 

Os fenômenos climáticos, como o efeito estufa que deve influenciar na alteração da temperatura global em até 0,8ºC este ano, de acordo com especialistas, tornaram-se alvo de preocupações para ambientalistas, botânicos, biólogos e profissionais do agronegócio. A alteração na temperatura, reflete diretamente no desenvolvimento de alguns tipos de pastagens, influenciando diretamente na produção bovina. Em vista dessa preocupação, a Embrapa criou uma tecnologia que ajuda produtores a checar sua pastagem e escolher o melhor tratamento para a mesma.

A ferramenta, online, mostra ao produtor rural diferentes cenários para a adequação da pastagem de acordo com as alterações climáticas e em todas as regiões do país. Além da análise da pastagem, a tecnologia auxilia na análise econômica de perdas e ganhos da produtividade da pastagem.

Deste modo, a tecnologia apresentada permite que o agricultor determine o melhor estado e tratamento para maior produtividade. A criação de novas ferramentas que auxiliem o agronegócio indica a importância da implementação da tecnologia no campo, para grandes e pequenos agricultores, de modo a objetivar maior produtividade.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Revista Globo Rural

Tecnologia auxilia agricultores na escolha de melhor pastagem

Os fenômenos climáticos, como o efeito estufa que deve influenciar na alteração da temperatura global em até 0,8ºC este ano, de acordo com especialistas, tornaram-se alvo de preocupações para ambientalistas, botânicos, biólogos e profissionais do agronegócio. A alteração na temperatura, reflete diretamente no desenvolvimento de alguns tipos de pastagens, influenciando diretamente na produção bovina. Em vista dessa preocupação, a Embrapa criou uma tecnologia que ajuda produtores a checar sua pastagem e escolher o melhor tratamento para a mesma. A ferramenta, online, mostra ao produtor rural diferentes cenários para a adequação da pastagem de acordo com as alterações climáticas e em todas as regiões do país. Além da análise da pastagem, a tecnologia auxilia na análise econômica de perdas e ganhos da produtividade da pastagem. Deste modo, a tecnologia apresentada permite que o agricultor determine o melhor estado e tratamento para maior produtividade. A criação de novas ferramentas que auxiliem o agronegócio indica a importância da implementação da tecnologia no campo, para grandes e pequenos agricultores, de modo a objetivar maior produtividade. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

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Curso sobre a agricultura familiar é oferecido pela ONU

 

 

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura disponibilizou um curso que tem por objetivo oferecer conhecimentos sobre políticas públicas e a inclusão da agricultura familiar na balança comercial. O Curso ocorre via internet e gratuitamente, sendo ministrado em espanhol com uma duração de 40 horas. O acesso é aberto a todos os interessados, principalmente à funcionários públicos e ingressantes interligados a agricultura familiar.

As aulas do curso já estão disponíveis na rede, podendo o interessado cursar nos horários mais convenientes do mesmo. O curso será disponibilizado até fevereiro de 2016, O foco do curso são as matérias de políticas públicas, cadeia do agronegócio, leis e programas de incentivos a agricultura familiar e seu contexto no mercado, baseado em estudos realizados na América Latina e no Caribe.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Canal Rural

Curso sobre a agricultura familiar é oferecido pela ONU

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura disponibilizou um curso que tem por objetivo oferecer conhecimentos sobre políticas públicas e a inclusão da agricultura familiar na balança comercial. O Curso ocorre via internet e gratuitamente, sendo ministrado em espanhol com uma duração de 40 horas. O acesso é aberto a todos os interessados, principalmente à funcionários públicos e ingressantes interligados a agricultura familiar. As aulas do curso já estão disponíveis na rede, podendo o interessado cursar nos horários mais convenientes do mesmo. O curso será disponibilizado até fevereiro de 2016, O foco do curso são as matérias de políticas públicas, cadeia do agronegócio, leis e programas de incentivos a agricultura familiar e seu contexto no mercado, baseado em estudos realizados na América Latina e no Caribe. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Embrapa lança tecnologia para auxiliar pequenos produtores de leite

 

 

Visando melhorar o monitoramento das condições corporais do rebanho dos pequenos produtores de leite, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa de Rondônia desenvolveu a Vetscore, ferramenta composta por duas réguas articuladas que formam angulações de 180º graus. O objetivo da tecnologia é viabilizar a medição de ganhos e perdas diárias do peso dos animais de modo fácil, seguro e barato.

“A tecnologia favorece principalmente os pequenos produtores de leite, que geralmente possuem menos recursos para investir em procedimentos como avaliação por imagem para mensurar a condição corporal do rebanho”, ressalta Luiz Pfeifer da Embrapa de Rondônia.

Na bovinocultura de leite, as fêmeas apresentam alterações de escore corporal no período de parto e pós-parto, assim sendo, o dispositivo trata-se de um importante auxílio para o manejo produtivo destes animais afetando diretamente sua capacidade de produção de leite.

Para utilizar o instrumento, basta posicionar a Vetscore na garupa do animal, seguir as indicações de uso e fecha-lo lentamente. A condição corporal do animal será indicada por cores diferentes, para um escore corporal adequado, o dispositivo irá apresentar a luz verde, se estiver abaixo do adequado, apresentará a luz vermelha e se o animal estiver acima do peso, a ferramenta apontará a luz amarela.

Pfeiter ainda destaca, “A partir dos resultados obtidos, o produtor pode tomar as medidas necessárias para corrigir rapidamente as eventuais deficiências nutricionais do rebanho e obter maiores ganhos de produtividade”.

A Vetscore trata-se de uma tecnologia funcional e viável para auxiliar o dia a dia do pequeno produtor de leite, possibilitando um maior rendimento econômico para sua produção e consequentemente para a cadeia produtiva de todo setor.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Revista Globo Rural 

Embrapa lança tecnologia para auxiliar pequenos produtores de leite

Visando melhorar o monitoramento das condições corporais do rebanho dos pequenos produtores de leite, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa de Rondônia desenvolveu a Vetscore, ferramenta composta por duas réguas articuladas que formam angulações de 180º graus. O objetivo da tecnologia é viabilizar a medição de ganhos e perdas diárias do peso dos animais de modo fácil, seguro e barato. “A tecnologia favorece principalmente os pequenos produtores de leite, que geralmente possuem menos recursos para investir em procedimentos como avaliação por imagem para mensurar a condição corporal do rebanho”, ressalta Luiz Pfeifer da Embrapa de Rondônia. Na bovinocultura de leite, as fêmeas apresentam alterações de escore corporal no período de parto e pós-parto, assim sendo, o dispositivo trata-se de um importante auxílio para o manejo produtivo destes animais afetando diretamente sua capacidade de produção de leite. Para utilizar o instrumento, basta posicionar a Vetscore na garupa do animal, seguir as indicações de uso e fecha-lo lentamente. A condição corporal do animal será indicada por cores diferentes, para um escore corporal adequado, o dispositivo irá apresentar a luz verde, se estiver abaixo do adequado, apresentará a luz vermelha e se o animal estiver acima do peso, a ferramenta apontará a luz amarela. Pfeiter ainda destaca, “A partir dos resultados obtidos, o produtor pode tomar as medidas necessárias para corrigir rapidamente as eventuais deficiências nutricionais do rebanho e obter maiores ganhos de produtividade”. A Vetscore trata-se de uma tecnologia funcional e viável para auxiliar o dia a dia do pequeno produtor de leite, possibilitando um maior rendimento econômico para sua produção e consequentemente para a cadeia produtiva de todo setor.Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara) será lançado em novembro

 

 

O Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara) será lançado em novembro deste ano, consequência de pedidos de agricultoras familiares e assentados da reforma agrária da Marcha das Margaridas, ocorrida no ano de 2011. O programa consiste em incentivar a produção de cultivos orgânicos e a sustentabilidade envolvida no processo, contribuindo para a diminuição do uso de agrotóxicos.

O lançamento do Pronara foi confirmado durante a 63ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que ocorreu em Brasília no dia 08 de outubro. Secretários e envolvidos na discussão acreditam que o programa terá uma grande importância na qualidade de vida rural, assegurando produtos mais saudáveis para os consumidores e menores danos a área de cultivo.

O Pronara é mais um programa governamental criado para o desenvolvimento o e fortalecimento da economia agrária, voltados para pequenos agricultores. Esses apoios geram oportunidades de recursos a esses agricultores familiares que tendem a garantir a segurança alimentar, além de benefícios diretos a sociedade e ao campo, e cultivando de forma sustentável.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: MDA

Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara) será lançado em novembro

O Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara) será lançado em novembro deste ano, consequência de pedidos de agricultoras familiares e assentados da reforma agrária da Marcha das Margaridas, ocorrida no ano de 2011. O programa consiste em incentivar a produção de cultivos orgânicos e a sustentabilidade envolvida no processo, contribuindo para a diminuição do uso de agrotóxicos. O lançamento do Pronara foi confirmado durante a 63ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que ocorreu em Brasília no dia 08 de outubro. Secretários e envolvidos na discussão acreditam que o programa terá uma grande importância na qualidade de vida rural, assegurando produtos mais saudáveis para os consumidores e menores danos a área de cultivo. O Pronara é mais um programa governamental criado para o desenvolvimento o e fortalecimento da economia agrária, voltados para pequenos agricultores. Esses apoios geram oportunidades de recursos a esses agricultores familiares que tendem a garantir a segurança alimentar, além de benefícios diretos a sociedade e ao campo, e cultivando de forma sustentável. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Hidroponia: tecnologia que economiza 80% de água e permite produção variada

 

 

O plantio sem solo, foi a escolha de algumas propriedades na cidade de Capão Bonito e Porangaba, interior de São Paulo. A Hidroponia é uma tecnologia que utiliza bandejas com água e nutrientes para desenvolver as plantas, a técnica permite o cultivo de diversas culturas, como na propriedade de Capão Bonito que cultiva alface, manjericão, coentro, beterraba e flores comestíveis neste sistema.

A água utilizada na tecnologia é controlada e pode economizar até 80% de água comparada a uma plantação convencional. Em uma pesquisa desenvolvida por especialistas, comparou-se os resultados com a produção convencional, a qual apresentou os seguintes resultados: do plantio a colheita, a alface utiliza 27 litros de água no cultivo tradicional, já na hidroponia são usados apenas 5 litros de água.

“Por ser hidropônica, um sistema totalmente feito em canaletas, que é o NFT, esta água circula pelo sistema, então ela não se perde, a bomba manda pro início do canteiro, ela corre pelo sistema e volta para a caixa da água, então não tem o desperdício”, relata o produtor rural Fernando Calderado.

Todo cultivo hidropônico deve ser protegido por telas ou estufa que favorece a produção durante todo o ano e ajuda no controle de pragas. Para implantar a tecnologia é necessário a ajuda de um engenheiro agrônomo ou um técnico agrícola, estes profissionais poderão avaliar qual é o melhor sistema para sua propriedade.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: G1

Hidroponia: tecnologia que economiza 80% de água e permite produção variada

O plantio sem solo, foi a escolha de algumas propriedades na cidade de Capão Bonito e Porangaba, interior de São Paulo. A Hidroponia é uma tecnologia que utiliza bandejas com água e nutrientes para desenvolver as plantas, a técnica permite o cultivo de diversas culturas, como na propriedade de Capão Bonito que cultiva alface, manjericão, coentro, beterraba e flores comestíveis neste sistema. A água utilizada na tecnologia é controlada e pode economizar até 80% de água comparada a uma plantação convencional. Em uma pesquisa desenvolvida por especialistas, comparou-se os resultados com a produção convencional, a qual apresentou os seguintes resultados: do plantio a colheita, a alface utiliza 27 litros de água no cultivo tradicional, já na hidroponia são usados apenas 5 litros de água. “Por ser hidropônica, um sistema totalmente feito em canaletas, que é o NFT, esta água circula pelo sistema, então ela não se perde, a bomba manda pro início do canteiro, ela corre pelo sistema e volta para a caixa da água, então não tem o desperdício”, relata o produtor rural Fernando Calderado. Todo cultivo hidropônico deve ser protegido por telas ou estufa que favorece a produção durante todo o ano e ajuda no controle de pragas. Para implantar a tecnologia é necessário a ajuda de um engenheiro agrônomo ou um técnico agrícola, estes profissionais poderão avaliar qual é o melhor sistema para sua propriedade. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Membro do Projeto CoDAF tem trabalho premiado no 8º Congresso de Extensão Universitária

 

 

 

No dia 01 de outubro de 2015, realizou-se o 8° Congresso de Extensão Universitária da UNESP, que acontece a cada dois anos, neste foi utilizado uma nova estrutura, onde houve uma descentralização do evento, sendo sediado em vários campus da UNESP, consolidados e experimentais.

O discente Pedro Henrique Santos Bisi do 8° termo de Administração da - UNESP - Campus de Tupã, apresentou o trabalho intitulado: “Análise do uso de redes sociais como ferramenta para divulgação de conteúdos publicados em sites: um estudo do projeto de extensão CoDAF”, na Faculdade de Ciências e Engenharia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), na modalidade de apresentação oral.

O artigo foi elaborado em conjunto com os demais autores João Pedro Labadessa da Silva, também aluno de graduação do curso de administração, do doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Campus de Marília, Fernando de Assis Rodrigues, sob orientação do Professor Ricardo C.G. Sant’Ana, sendo resultado de uma pesquisa realizada por membros do projeto CoDAF, com o intuito de mensurar o retorno que o processo de divulgação nas mídias sociais em relação aos conteúdos do divulgados no portal, geravam de retorno em audiência para o portal, justificando o esforço investido pelos membros no processo. Como resultado da pesquisa ficou claro que a divulgação de conteúdo do portal nas mídias sociais, retornavam em audiência para o portal demonstrando o resultado do esforço empreendido.

O trabalho foi premiado como melhor trabalho apresentado na categoria 2 - Trabalhos de Extensão com indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão que contribuem para formação integradora do aluno

 

 

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Governo Federal propõe programa para o auxilio de pequenos produtores de leite.

 

 

No dia 29 de setembro, o Ministério da Agricultura lançou o “Programa Leite Saudável”, cujo objetivo é beneficiar cerca de 80 mil produtores de leite da região Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que retém 72,6% da produção nacional de leite.

Por meio deste programa o Ministério da Agricultura capacitará os pequenos produtores auxiliando na melhoria da qualidade do leite e aumentando a produção do mesmo, O objetivo do programa é fazer com que a produção alcance o mesmo volume diário por animal obtido em países líderes mundiais como Argentina (16 litros por vaca) e Nova Zelândia (11 litros)”.

O programa receberá investimento de R$ 387 milhões e tem como meta aumentar as exportações de produtos e derivados como leite em pó e manteiga, que, em 2014 foi de US$ 345 milhões para US$ 825 milhões, em 2018.

A ministra da agricultura Kátia Abreu, na apresentação do programa, ressaltou o intuito do governo em aumentar a produção de leite de pequenos produtores, onde a média diária é de 50 litros para 200 litros diários, e ainda ressaltou que a maioria desses produtores pertencem a classe D e E.

Para o êxito da proposta, o Governo brasileiro em parceira com o SEBRAE e o SENAR, responsáveis por 60% dos investimentos, busca levar esses produtores a classe média do campo, proporcionando treinamentos técnicos com duração de 200 horas “e a demanda de formação dos técnicos será atendida pelo Pronatec”, informou o site do Brasil.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: BRASIL

Governo Federal propõe programa para o auxilio de pequenos produtores de leite.

No dia 29 de setembro, o Ministério da Agricultura lançou o “Programa Leite Saudável”, cujo objetivo é beneficiar cerca de 80 mil produtores de leite da região Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que retém 72,6% da produção nacional de leite. Por meio deste programa o Ministério da Agricultura capacitará os pequenos produtores auxiliando na melhoria da qualidade do leite e aumentando a produção do mesmo, O objetivo do programa é fazer com que a produção alcance o mesmo volume diário por animal obtido em países líderes mundiais como Argentina (16 litros por vaca) e Nova Zelândia (11 litros)”. O programa receberá investimento de R$ 387 milhões e tem como meta aumentar as exportações de produtos e derivados como leite em pó e manteiga, que, em 2014 foi de US$ 345 milhões para US$ 825 milhões, em 2018. A ministra da agricultura Kátia Abreu, na apresentação do programa, ressaltou o intuito do governo em aumentar a produção de leite de pequenos produtores, onde a média diária é de 50 litros para 200 litros diários, e ainda ressaltou que a maioria desses produtores pertencem a classe D e E. Para o êxito da proposta, o Governo brasileiro em parceira com o SEBRAE e o SENAR, responsáveis por 60% dos investimentos, busca levar esses produtores a classe média do campo, proporcionando treinamentos técnicos com duração de 200 horas “e a demanda de formação dos técnicos será atendida pelo Pronatec”, informou o site do Brasil. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Iniciativas brasileiras voltadas para a Agricultura Familiar servem de modelo para Colômbia

 

A Colômbia, país sul-americano, conhecido históricamente pelas relações de tensão entre o governo e as guerrilhas, tem adotado medidas para fortalecer a agricultura local, utilizando como modelo as políticas implementadas pelo governo brasileiro voltadas para a agricultura familiar.

Neste sentido, uma comitiva composta pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e comandada pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), mostrou as ações desenvolvidas pelo Brasil com foco na democratização do acesso à terra, na inclusão produtiva e na ampliação de renda da agricultura familiar.

Dentre as iniciativas que podem auxiliar nesse objetivo, os representantes colombianos demonstraram bastante interesse nas ações de financiamento e assistência técnica desenvolvidas pelo Brasil, e também nas políticas de apoio à comercialização, revertendo assim o êxodo rural ocorrido nos últimos anos e aumentando a comercialização de produtos agropecuários.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: CONAB

Fomento Mulher potencializa produção de trabalhadoras rurais

A Colômbia, país sul-americano, conhecido históricamente pelas relações de tensão entre o governo e as guerrilhas, tem adotado medidas para fortalecer a agricultura local, utilizando como modelo as políticas implementadas pelo governo brasileiro voltadas para a agricultura familiar. Neste sentido, uma comitiva composta pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e comandada pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), mostrou as ações desenvolvidas pelo Brasil com foco na democratização do acesso à terra, na inclusão produtiva e na ampliação de renda da agricultura familiar. Dentre as iniciativas que podem auxiliar nesse objetivo, os representantes colombianos demonstraram bastante interesse nas ações de financiamento e assistência técnica desenvolvidas pelo Brasil, e também nas políticas de apoio à comercialização, revertendo assim o êxodo rural ocorrido nos últimos anos e aumentando a comercialização de produtos agropecuários. Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Agora agricultores podem realizar a aquisição de barcos pelo Programa Mais Alimentos

 

A partir do dia 01 de outubro de 2015 pequenos agricultores, ribeirinhos e pescadores, podem realizar a compra de barcos e motores náuticos, por meio do Programa Mais Alimentos, a um preço abaixo do valor de mercado. Essa iniciativa foi efetivada durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar do Pará, onde a ação vai beneficiar, em especial, agricultores e ribeirinhos da região norte do Brasil.

Programas geradores e facilitadores de recursos para a agricultura familiar estão apresentando uma maior demanda de procura pelos beneficiados, que faz com que gere aumento de ações de compras, vendas e oportunidades a fim de que o mercado financeiro agrícola tenha um maior desenvolvimento estável. Dentre os programas em contexto, o Plano Safra de cada estado propicia oportunidades para produtores de certas culturas típicas da região, como no Plano Safra no Pará que estão apoiados os produtores de açaí, pupunha e apicultura.

Em meio ao lançamento, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realizou outros projetos extensivos sociais como o programa Arca das Letras que tem por finalidade aproximar a comunidade rural ao acesso à livros e práticas de leitura, mediante implantações de bibliotecas nessas comunidades campestres. Outra ação realizada foi a entrega de cinco títulos, simbólicos, para produtores rurais, que representa o grande alcance da regularização fundiária de agricultores familiares neste ano.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: MDA 

Fomento Mulher potencializa produção de trabalhadoras rurais

A partir do dia 01 de outubro de 2015 pequenos agricultores, ribeirinhos e pescadores, podem realizar a compra de barcos e motores náuticos, por meio do Programa Mais Alimentos, a um preço abaixo do valor de mercado. Essa iniciativa foi efetivada durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar do Pará, onde a ação vai beneficiar, em especial, agricultores e ribeirinhos da região norte do Brasil. Programas geradores e facilitadores de recursos para a agricultura familiar estão apresentando uma maior demanda de procura pelos beneficiados, que faz com que gere aumento de ações de compras, vendas e oportunidades a fim de que o mercado financeiro agrícola tenha um maior desenvolvimento estável. Dentre os programas em contexto, o Plano Safra de cada estado propicia oportunidades para produtores de certas culturas típicas da região, como no Plano Safra no Pará que estão apoiados os produtores de açaí, pupunha e apicultura. Em meio ao lançamento, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realizou outros projetos extensivos sociais como o programa Arca das Letras que tem por finalidade aproximar a comunidade rural ao acesso à livros e práticas de leitura, mediante implantações de bibliotecas nessas comunidades campestres. Outra ação realizada foi a entrega de cinco títulos, simbólicos, para produtores rurais, que representa o grande alcance da regularização fundiária de agricultores familiares neste ano.Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Fomento Mulher potencializa produção de trabalhadoras rurais

 

Desde 2014, o governo realiza o Fomento Mulher, uma linha de crédito destinada as mulheres da reforma agrária com taxas de juros mais baixas (0,5%) e bônus de 80% ao ano para quitar a dívida. No caso, as produtoras precisam devolver ao banco apenas 20% do valor do crédito.

A iniciativa integra o ciclo de instalação, primeira fase da rota de crédito da reforma agrária e apoia os projetos de segurança alimentar até R$ 3 mil. Investir em quintais e potencializar a produção das trabalhadas assentadas é o objetivo desta linha de crédito.

Para ter acesso ao crédito, as trabalhadoras devem se encaixar no decreto nº 8.256/2014, ser beneficiadas do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ter os dados da família atualizados no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e, no Cadastro Único para programas sociais.

Com o intuito de alcançar todos os assentados, o Fomento Mulher, realiza oficinas em todo o país. As reuniões capacitam os servidores, identificam as limitações da aplicação do programa e analisa as demandas dos movimentos sociais.

O Fomento Mulher, mostra-se uma iniciativa bastante importante para a valorização da produção das mulheres assentadas, vamos torcer para que traga bons resultados a todos os participantes.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: MDA

Fomento Mulher potencializa produção de trabalhadoras rurais

Fomento Mulher potencializa produção de trabalhadoras rurais

Desde 2014, o governo realiza o Fomento Mulher, uma linha de crédito destinada as mulheres da reforma agrária com taxas de juros mais baixas (0,5%) e bônus de 80% ao ano para quitar a dívida. No caso, as produtoras precisam devolver ao banco apenas 20% do valor do crédito.Desde 2014, o governo realiza o Fomento Mulher, uma linha de crédito destinada as mulheres da reforma agrária com taxas de juros mais baixas (0,5%) e bônus de 80% ao ano para quitar a dívida. No caso, as produtoras precisam devolver ao banco apenas 20% do valor do crédito. A iniciativa integra o ciclo de instalação, primeira fase da rota de crédito da reforma agrária e apoia os projetos de segurança alimentar até R$ 3 mil. Investir em quintais e potencializar a produção das trabalhadas assentadas é o objetivo desta linha de crédito. Para ter acesso ao crédito, as trabalhadoras devem se encaixar no decreto nº 8.256/2014, ser beneficiadas do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ter os dados da família atualizados no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e, no Cadastro Único para programas sociais. Com o intuito de alcançar todos os assentados, o Fomento Mulher, realiza oficinas em todo o país. As reuniões capacitam os servidores, identificam as limitações da aplicação do programa e analisa as demandas dos movimentos sociais. O Fomento Mulher, mostra-se uma iniciativa bastante importante para a valorização da produção das mulheres assentadas, vamos torcer para que traga bons resultados a todos os participantes.Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Mostra de curtas exibe filmes sobre agricultura familiar

Terça-feira, dia 29/09, em São Paulo – SP, ocorreu a 6ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente do Circuito Tela Verde, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Cultura com o intuito de divulgar e estimular atividades de educação ambiental e a mobilização social por meio de vídeos. O evento foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pela Associação de Agricultura Orgânica (AAO).

Foram exibidos três curtas-metragens sobre agricultura familiar e após as exibições ocorreram debates sobre a certificação orgânica na cadeia extrativista, com Marcelo Mendes Amaral, coordenador do Programa Mercado Mata Atlântica- Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Os filmes retratados foram:

  • Artesãs do Cerrado (Duração: 9 minutos): relata o cotidiano de artesãs que obtêm uma alternativa de renda sustentável por meio da produção de biojóias e acessórios utilizando o capim-dourado e sementes nativas.
  • Extrativismo sustentável da Cagaita (Duração: 6 minutos): enfatiza a fruta Cagaita, que é presente nos hábitos alimentares de comunidades do Cerrado e ajuda a preservar espécies típicas do bioma.
  • Bauru, a castanha do Cerrado (Duração: 6 minutos): sonda o Bauru como geração de renda e como diversificação da agricultura dos habitantes de Caxambu, em Pirenópolis, Góias.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: IDEC

 

Mariana de Almeida Biancalana

Revisado por Cristina Toyoko Hashimoto

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

Mostra de curtas exibe filmes sobre agricultura familiar

Mostra de curtas exibe filmes sobre agricultura familiar

Terça-feira, dia 29/09, em São Paulo – SP, ocorreu a 6ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente do Circuito Tela Verde, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Cultura com o intuito de divulgar e estimular atividades de educação ambiental e a mobilização social por meio de vídeos. O evento foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pela Associação de Agricultura Orgânica (AAO).Terça-feira, dia 29/09, em São Paulo – SP, ocorreu a 6ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente do Circuito Tela Verde, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Cultura com o intuito de divulgar e estimular atividades de educação ambiental e a mobilização social por meio de vídeos. O evento foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pela Associação de Agricultura Orgânica (AAO). Foram exibidos três curtas-metragens sobre agricultura familiar e após as exibições ocorreram debates sobre a certificação orgânica na cadeia extrativista, com Marcelo Mendes Amaral, coordenador do Programa Mercado Mata Atlântica- Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Os filmes retratados foram: 1. Artesãs do Cerrado (Duração: 9 minutos): relata o cotidiano de artesãs que obtêm uma alternativa de renda sustentável por meio da produção de biojóias e acessórios utilizando o capim-dourado e sementes nativas. 2. Extrativismo sustentável da Cagaita (Duração: 6 minutos): enfatiza a fruta Cagaita, que é presente nos hábitos alimentares de comunidades do Cerrado e ajuda a preservar espécies típicas do bioma. 3. Bauru, a castanha do Cerrado (Duração: 6 minutos): sonda o Bauru como geração de renda e como diversificação da agricultura dos habitantes de Caxambu, em Pirenópolis, Góias.Sem miniatura disponívelSem miniatura disponível

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Parceria Gera a Criação de Máquinas para Agricultura Familiar

A fim de solucionar situações de risco nas quais trabalhadores sergipanos se encontram, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT –SE) realizaram uma parceria, visando o desenvolvimento e a adequação de máquinas agrícolas para beneficiar a agricultura familiar de Sergipe. Os primeiros resultados geraram a estruturação do laboratório de prototipagem de máquinas agrícolas da UFS.

O projeto foi coordenado pelo professor do curso de Engenharia Agrícola, Adilson Machado Enes, e foi selecionado pelo Ministério Público do Trabalho de Sergipe entre outras várias propostas apresentadas pela UFS. Entre os temas propostos pelo MPT, havia vertentes como ceramistas, agropecuária, trabalho infantil. Todos considerados temas essenciais para melhorar as condições de vida da população trabalhadora local.

Segundo, Jonathan Gazzola, professor de Engenharia Agrícola participante do projeto, será possível criar protótipos de equipamentos agrícolas com os materiais e softwares que foram adquiridos com os recursos fornecidos pelo MPT-SE, enquanto que a UFS contribuiu com a disponibilidade de espaço físico para a realização do projeto.

O reitor Angelo Antoniolli realizou um apontamento muito importante acerca da utilização dessas tecnologias pelos trabalhadores, relatando que elas devem encaixar-se no modo de vida da população, e não o contrário. Em seguida, ele complementa que os pesquisadores da UFS estão preparados para isso, e afirma que o ato de integrar as áreas de conhecimentos existente na universidade pode contribuir com o surgimento de novas pesquisas relacionadas aos impactos sociais das novas tecnologias.

O procurador do Trabalho do MPT-SE, Adroaldo Bispo, aponta que a melhoria dos equipamentos agrícolas são em prol da segurança do trabalhador e relata que com o MPT-SE e a UFS unidos é possível proteger a saúde do produtor assim como proporciona-lhe cidadania e dignidade.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: UFS

 

Mariana Biancalana

Revisado por Cristina Toyoko Hashimoto

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

A veracidade das informações disponibilizadas nesta página, assim como das imagens e das fotografias, são de inteira responsabilidade das fontes de informação citadas, não refletindo necessariamente a opinião ou o posicionamento do projeto de extensão Competências Digitais para Agricultura Familiar (CoDAF), de seus colaboradores e de instituições vinculadas ao projeto.

Palmito Pupunha é Opção de Renda para Agricultura Familiar

O Brasil se destaca por ser o maior produtor e consumidor de palmito do mundo, porém, sua produção origina-se exclusivamente da exploração de espécies nativas, como a juçara da Mata Atlântica, e o açaí da Floresta Amazônica, o que demonstra características tipicamente extrativistas, num setor pouco organizado, mas com potencial de crescimento se adotado o manejo ideal da planta.

Outro dado interessante, apontado por Joel Penteado Júnior, Analista da Embrapa Florestas, é que o Brasil responde por 85% da produção mundial de palmitos, todavia não dominando as exportações, justamente “em razão da desorganização do setor, da falta de escala e da qualidade do produto”, gerando perda de rentabilidade das exportações anuais, que já alcançaram US$ 40 milhões, e hoje giram em torno dos US$ 7 milhões.

Sendo assim, uma alternativa viável para alavancar o segmento, é o investimento no cultivo da pupunheira, que já se mostrou ser econômica e ambientalmente sustentável em regiões de São Paulo, Sul da Bahia, Leste do Paraná e Santa Catarina, dada suas características de precocidade de corte (18 meses) – em face de outras espécies em que o tempo de corte é maior – cultivo perene, capacidade de continuar produzindo palmito após o corte e lenta oxidação, o que viabiliza a comercialização do produto in natura, que, aliás, é um nicho importante a ser explorado por agricultores familiares pelo alto valor agregado em pequenas áreas, podendo, inclusive, promover uma mudança nos padrões de conceito do sabor do produto, assim como na forma de consumo.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Portal do Agronegócio

 

Thiago Talon de Oliveira Carreira

Revisado por Ealine Para Affonso

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

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Integrantes do CoDAF apresentam trabalho sobre análise de acesso as TIC por produtores familiares da região de Tupã

No dia 03 de setembro foram apresentados cerca de 55 trabalhos no XXVII Congresso de Iniciação Científica (CIC), realizado na Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Campus de Tupã.

Eduardo Baio Bonfim, discente do 2º termo de Administração, apresentou o trabalho “Análise das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) acessadas por produtores rurais familiares da Associação de Bananicultores de Tupã/SP”, trabalho que foi desenvolvido juntamente com as autoras, Juliana Correa Bernardes, Mara Elena de Godoi Pereira e Silvia Cristina Vieira, orientados pelo Professor Drº Ricardo César Gonçalves Sant’Ana.

Tendo em vista a importância das TIC no desenvolvimento de todos setores da sociedade, inclusive na agricultura familiar, este trabalho objetivou-se em identificar a percepção dos produtores rurais da região de Tupã em relação ao uso das TIC. Por meio deste trabalho foi verificado a quantidade de produtores que possui acesso as TIC e qual o meio de acesso a estas.

Dentre os entrevistados, 43% não acessa às TIC, seja por falta de instrução ou condições rudimentares de suas propriedades, enquanto 54% faz uso dessas tecnologias e afirmam sua importância no auxílio ao gerenciamento da propriedade e no processo de tomada de decisão. Um fator extremamente interessante na realização deste trabalho foi a constatação do fortalecimento da rede de agricultores, uma vez que o Facebook é uma ferramenta de alta aderência, onde informações técnicas são compartilhadas regularmente entre os produtores.

 

 

Eduardo Baio Bonfim

Revisado por Ealine Para Affonso

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

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Governo Federal leva 270 novas bibliotecas à região semiárida do Brasil.

O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) disponibilizou à partir do dia 18 de setembro de 2015 as inscrições para receber projetos voltados ao incentivo à leitura.

O intuito deste projeto é levar o conhecimento por meio da implantação de 270 novas bibliotecas Arca das Letras para o semiárido brasileiro. Os livros serão doados pela Embrapa e o projeto Arca das Letras, e os principais temas são livros infantis de autoria nacional, internacional, obras sobre produção agrícola, inclusive bibliografia didática.

Os responsáveis por enviar projetos terão o objetivo de criar programas que incentivem a leitura nessa região e detalhar a utilização do acervo disponível, que segundo o IBGE através do censo 2010, abrange cerca de 28% de analfabetos.

Os participantes terão até o dia 30 de outubro para enviar na sede da Embrapa em Brasília-DF, podendo ser pessoalmente ou via correio.

Poderão participar deste projeto “associações comunitárias, organizações não governamentais, sindicatos, escolas públicas, institutos federais, associações de agricultores, cooperativas rurais, além de órgãos ou entidades da administração pública direta e indireta.” (Portal Brasil, 2015).

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: BRASIL

 

Leonardo Felipe Franchi

Revisado por Ealine Para Affonso

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

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SENAR Promove Curso Gratuito de Informática para Produtores Rurais

Cada vez mais a inclusão digital torna-se importante para o produtor, e para facilitar essa capacitação, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) apresenta os cursos que podem ser feitos nas horas vagas, sem que o homem do campo se desloque até a cidade.

O computador pode ser uma ferramenta muito útil para o produtor acessar informações sobre condições do clima, cotação de insumos e sua produção, para troca de mensagens, gestão da propriedade em planilhas, enfim... O mundo evoluiu e o computador passa a fazer parte dos instrumentamentos necessários para administrar uma e planejar o futuro de uma propriedade rural

Os temas dos cursos são:

  •  Primeiros passos no e-mail;
  •  Digitação;
  •  Word 2010 básico;
  •  Word 2010 intermediário;
  •  Excel 2010 básico;
  •  Excel 2010 intermediário;
  •  Informatica e internet básico;
  •  Informática e internet intermediário.

Uma excelente oportunidade, sendo que o curso é gratuito e possui certificado aos alunos concluintes. Informações e inscrições no site http://ead.senar.org.br/.

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: SENAR

 

Silvia Cristina Vieira

Revisado por Cristina Toyoko Hashimoto

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

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Retrato Nacional da Agricultura Familiar: Expedição Vai Percorrer Seis Estados

No dia 21 de setembro, na cidade de Canguçu, sul do Estado do Rio Grande do Sul, começou a “Expedição Agricultura Familiar”, que é um projeto do Agronegócio Gazeta do Povo, criado para investigar e diagnosticar os segmentos que compõem esse sistema de produção responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos no Brasil.

Tamanha é a importância da agricultura familiar no contexto nacional que, além de abastecer grandes áreas urbanas com mais de 50 tipos diferentes de alimentos, gera desenvolvimento regional por meio de empregos e aumento de renda, bem como desenvolvimento nacional, servindo de base de apoio para a agroindústria.

A expedição consiste em um levantamento técnico-jornalístico que percorre seis Estados brasileiros – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia – para traçar um diagnóstico do setor que está mudando a realidade do campo e vem sendo apontado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) como estratégia de segurança alimentar e combate à fome.

“Vamos percorrer pólos da agricultura familiar nas regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do país, mostrando os perfis regionais e a força desse sistema de produção. Pequenos e médios produtores são protagonistas de um processo de desenvolvimento socioeconômico nacional. As unidades de produção vêm se profissionalizando, evoluindo continuamente em cada região. Temos convicção de que a agricultura familiar que vamos encontrar em nossas viagens vai surpreender o Brasil”, afirma o coordenador da Expedição, Giovani Ferreira.

 

Veja a matéria na íntegra acessando ao link: Portal do Agronegócio

 

Thiago Talon de Oliveira Carreira

Revisado por Cristina Toyoko Hashimoto

Publicado por Pedro Henrique Santos Bisi

 

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