Com o aumento no preço do milho e do farelo de soja a demanda por ração animal no segundo trimestre deverá cair em relação ao primeiro trimestre. Por esse motivo o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal está revendo os planos de crescimento de ração e sal mineral.

Os problemas climáticos do país afetou a safra de milho, consequentemente a produção de ração teve seu preço aumentado a valores recordes. O preço do milho em relação a maio do ano anterior mais que dobrou e o valor de outras matérias primas também subiram fortemente.

A produção de frangos e suínos consomem 80% da produção brasileira de ração, se essa produção animal cai, afeta os produtores de ração.

A indústria de carne teve forte produção no primeiro trimestre e acreditou que o custo do milho se reduziria, e que seus produtos seriam bem pagos, porém continuou o aumento no preço de matérias primas e como consequência as indústrias de carne cortaram turnos de trabalho ou reduziram as criações abatendo as matrizes.

Segundo Ariovaldo Zani, no primeiro trimestre a demanda por ração deve ter subido o que provavelmente fez com que a produção continuasse estável frente o recuo da produção no segundo trimestre.


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